(Foto e Detalhe de Obra “Amor, num Dia de Calor, de Patrícia Amato)

Passei por uma fase surrealista. Não digo que acabou, pois de vez em quando me dá uma vontade enorme de voltar a pintar estes sonhos. Mas mesmo nesta fase, a mensagem que eu passo hoje, tem um cunho ambiental.

No detalhe desta Obra, há um ser que sempre aparece nas minhas obras figurativas. Um Beijoleta, que eu mesma criei. Ele é um mix entre borboleta e beija-flor, e este aí ainda tem a cauda de um cavalo marinho, representando as metamorfoses que passamos. O cavalo marinho tem a mensagem do macho que carrega os filhotes no ventre, acho lindo, e nesta obra, há um casal, eles falam de amor no meio de um dia que aparentemente é calmo. Mas o calor pode rachar tudo. Eles nem percebem. Pobre planeta Terra.

Eis aqui a Obra completa.

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Este casal aparentemente está alheio ao que está abaixo deles. E assim somos nós, às vezes. Não por mal, mas pela correria, por acreditar que tudo tem jeito. E tem mesmo. Mas precisamos colaborar, dar o nosso jeito. Talvez começar de vez a tal coleta reciclagem no nosso prédio que nunca vinga, que tal?! Dá trabalho, é chato, tem o síndico, um saco mesmo. Mas temos que fazer algo , né?!

Eu aqui, fico doidinha com o povo queimando lixo. Queimam mesmo. Todo santo dia.Converso com eles, mas os donos das casas em que eles trabalham não ligam. Não tem problema. Dois já pararam e acho que já um resultado.

Na nossa arte. Usar os materiais com responsabilidade para diminuir os dejetos também é bom para o meio ambiente e para o bolso. Quando olho minha água ou resíduo de solvente com tinta, penso nisso. Ainda vou descobrir como reciclar. Se algum de vocês souber, me avise, ok!

E vamos que vamos! Cada vez com mais responsa ambiental e pé na tábua produzindo Arte da boa. Da boa vibe.

Boas Artes!

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