Um homem que tinha nas mulheres uma paixão a ser decifrada. Mais erótica do que amorosa. Suas folhas em pó de ouro marcaram uma fase que lhe conferiram notoriedade. Um artista austríaco nascido em Viena, a 14 de julho de 1862 e que foi destaque do Art Nouveau.

Estudou na “Escola das Artes Decorativas”. Confesso achar este nome interessante e ao mesmo tempo desinteressantemente artístico para uma Escola de Artes. Mas formou KLIMT, aliás seu único aluno a fazer sucesso, muito provavelmente mais pela sua inteligência e genialidade. Ele passou por um período realista. Fez murais incríveis. Mas foi no simbolismo que Gustav tornou-se Gustav KLIMT.

Entre suas Obras mais famosas, destacam-se “O Beijo” (capa desta matéria) e o friso Stoclet ou “Árvore da Vida”, destinado inicialmente a ornamentar  o palácio do magnata belga Adolphe Stoclet.  É aqui que KLIMT experimenta uma mudança no estilo. Devido a esta encomenda surgem os motivos geométricos repetidos, deixando aparecer apenas algumas partes essenciais realistas. E surge o KLIMT mais brilhante que nós tanto amamos. Realmente, ” o caminho se faz ao caminhar”, como diria o poeta. 

Como é bom aprendermos através da vida dos Grandes Artistas, que qualquer oportunidade pode nos levar a sermos melhores. Por isso, nunca devemos nos envergonhar do artista menos brilhante que fomos ontem.

Voltando a KLIMT, no início do século XX o expressionismo veio com tudo e isso fez com que seu período dourado fosse embora. Que pena, mas entendemos. Um artista precisa sobreviver, não é?!  As últimas obras de KLIM são num estilo mais clean e mais eróticas.

Suas Obras atualmente são vendidas em leilões na casa dos US$ 35 milhões. Como acontece com todos os artistas bons, depois que morremos, nossas Obras valem uma fortuna. Infelizes de nós em vida, felizes daqueles que as compram enquanto vivemos, rsrs!

Boa Vida a Todos Nós. E Boas Artes!

 

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